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Nós não somos o que fazemos

Retomando nossos trabalhos no TDC, achei interessante trazer uma questão importante para reflexão e que interfere em nossas decisões profissionais: Status. Como se não bastassem às preocupações cotidianas do mercado de trabalho, que procura cada vez mais um profissional multifacetário (mesmo que o salário não seja coerente com esse perfil), vemos que as decisões dos profissionais não estão baseadas puramente na proposta apresentada. Muitos aceitam trabalhos que não lhe deixam satisfeitos ou não pagam suas contas, apenas pelo status do cargo que ocupam ou da empresa em que fazem parte. Recentemente a Brasil Post  divulgou uma postagem com depoimentos de grandes ex-executivas da Google e da Lehman Brothers que contam o quanto foi difícil abrirem mão dos seus cargos porque eles representavam quem elas eram para a sociedade, o que elas faziam. E isso é o que realmente pensamos. Sempre que conhecemos uma pessoa nova logo perguntamos “Você faz o que?” e a depender da resposta nosso interesse pode aumentar ou diminuir em relação a ela. Trabalhar com o que se ama, ganhando um bom salário e em uma empresa que se admira infelizmente não é um combo tão fácil de conseguir. Porém, o trabalho não é o que somos, é apenas uma parte de nós. Quantas pessoas apenas juntam dinheiro em seu trabalho para gastá-lo com atividades que lhes dão prazer? Ao conhecer uma nova pessoa pergunte dos seus interesses, tenho certeza que as respostas abrirão muitos mais possibilidades para uma conversa do que simplesmente sua posição dentro da empresa. Essa é a verdadeira essência do networking e é também uma ótima forma para se viver bem em sociedade.

As 24 coisas que já aprendi…

Hoje é um dia muito especial para mim e apesar da pouca idade gostaria de dividir algumas coisas que aprendi.

01- Conheça-se cada vez mais;

02- Guarde sempre um tempo para ficar sozinho;

03- Determine o que você quer da vida e trabalhe sem perder o foco;

04- Valorize sempre a sua família;

05- Escute os conselhos dos mais velhos e reflita;

06- Converse com seu anjo da guarda;

07- Busque sempre conhecimento, nunca é demais;

08- Sempre encontre tempo para fazer o que gosta. Cante, dance, se exercite!

09- Seja respeitoso mas não seja omisso;

10- Sempre escute mais do que fale;

11- Seja educado e gentil, o dia-a-dia já é desgastante demais para ser lidado com grosseria;

12- Confie em você;

13- Respire fundo, é a melhor maneira de relaxar e pensar claramente;

14- Seja humilde;

15- Sempre esteja aberto a aprender;

16- Organize seu dinheiro, só assim você saberá viver o presente sem se esquecer do futuro;

17- Pedir ajuda não é nenhum demérito;

18- Você não faz amigos, reconhece-os;

19- Tudo muda;

20- O tempo cura;

21- O amor transforma;

22- Dê valor às pequenas coisas;

23- Celebre suas conquistas;

24- Aprenda a viver com você, não se cobre tanto.

 

7 lições que a geração Y pode aprender com os mais velhos

Quando li esse título na Exame.com dei risada sozinha. Isso porque, na instituição em que trabalho, sou a mais nova da equipe (lê-se, mais nova até que as estagiárias). Nunca achei isso ruim, porque realmente parece que vivi muitos anos em pouco tempo, fazendo mil coisas simultaneamente para aliar conhecimento e experiência. Cada geração tem a sua forma de lidar com os acontecimentos do dia-a-dia e é realmente importante avaliar essas atitudes para retirar sempre os pontos positivos e tentar incorporá-las.

As diferenças entre as gerações no ambiente corporativo já foram listadas, discutidas e experimentadas. Mas, ambos os lados da trincheira admitem: baby boomers, membros da geração X e Y têm muito a aprender uns com os outros.

Dadas as características econômicas e sociais do país, cada vez mais cedo, a geração Y (que nasceu entre meados dos anos 80 e 90) está alcançando a postos mais altos na hierarquia.

Diante dessa ascensão meteórica na carreira, é certo que os executivos mais jovens têm muito a aprender com quem está no mercado de trabalho há mais tempo.

OUVIR MAIS
“Na minha geração mandava quem podia e obedecia quem tinha juízo”, afirma Acacio Queiroz, presidente da Chubb do Brasil Seguros. Hoje, as relações no mundo corporativo estão, digamos, menos rígidas e as chances de contestação são relativamente maiores.

Isso não significa, contudo, que a geração Y está autorizada a subir no salto alto e não se submeter à hierarquia. “Muita gente usa mais a boca do que os ouvidos. Não é questão de ser submisso, mas de ouvir para aprender mais”, diz o executivo.

SER MULTITAREFA COM FOCO
Lidar com várias atividades ao mesmo tempo virou quase uma regra dentro do mundo corporativo. E boa parte das pessoas que estão na faixa etária da geração Y conseguem encarar naturalmente esta demanda.

O problema é que há também quem ser perca. “Algumas pessoas acabam não fazendo uma coisa nem outra”, observa Queiroz. De acordo com ele, a ideia de ser multitarefa também exige disciplina. “Se você desempenhar e conseguir assimilar, parabéns. Este é o futuro”.

FUGIR DO IMEDIATÍSMO
“Pelas conexões que eles têm, pelo próprio ritmo do mundo, em que tudo acontece de uma maneira mais rápida, a geração Y não tem muita paciência para esperar”, afirma Patrícia Epperlein, presidente da Mariaca. E isso, muitas vezes, se materializa em planos e ambições de carreira com um elevado grau de imediatismo.

Focar no sucesso meteórico pode ter vantagens no curto prazo, mas, no longo, sua carreira pode ir à ruína. Motivo? Ao apostar em atalhos para chegar ao topo mais rápido é normal que se pule algumas etapas essenciais para o amadurecimento profissional.

Inspire-se nos mais experientes para se lembrar que “o resultado até pode demorar para aparecer, mas ele aparece. É só preciso persistência e foco”, diz a especialista.

DAR SENTIDO AO TRABALHO
“Para os baby-boomers, o trabalho é a razão da vida. Para a geração X, um meio para pagar as contas. Para a Y, o trabalho é a satisfação do desejo do consumo”, diz o executivo da Chubb Seguros.

Tendo em vista isso, um conselho de Queiroz é mudar a maneira de encarar a própria função. “Como precisamos passar o maior tempo das nossas vidas dentro da empresa, o trabalho tem que significar um pouco a razão da nossa vida”, afirma.

Mas isso não deve servir de pretexto para abdicar totalmente da qualidade de vida, um fator caro aos representantes da Geração Y. “A medida da ambição deve ser diretamente proporcional ao seu bem estar”, diz o executivo.

ANALISAR MAIS
De acordo com Queiroz, uma das características mais marcantes da geração X é a desconfiança. “A Y, por sua vez, é multitarefa, multifuncional. Eles não param muito para raciocionar, analisar as variáveis”, diz.

Ao assumir uma postura mais analítica, ele afirma, as tarefas (e até a própria vida) são feitas com mais consistência. “Tudo isso tem que ter uma medida certa também. Você não pode também desconfiar de tudo, porque assim não sairá do lugar”, afirma.

APRENDER QUE DIPLOMA NÃO É TUDO
Mais e mais, a geração Y tem focado seus investimentos e esforços em formação. Ponto positivo. Porém, atenção: isso não é tudo. “Além de completar a formação, é essencial desenvolver a parte prática”, diz Queiroz.

“Não é só o diploma. A formação conta também. E isso inclui ter experiência profissional”, diz Patrícia. “Não só pelo conhecimento técnico que você adquire, mas também pelo fato de aprender a trabalhar, a lidar com outras pessoas”.

ACORDAR MAIS CEDO
É fato que nem todos das gerações anteriores têm o hábito de começar o dia mais cedo. Mas, para os que tem a opinião é unânime: quanto mais cedo você acorda, mais o seu dia tem potencial para render.

Queiroz é um exemplo prático disso. Acorda todos os dias por volta das 4h30, 5 horas da manhã. “Faço dois dias em um. Se você começa duas horas mais cedo do que a pessoa ao seu lado, em uma semana, você tem dez horas a mais do que ela, em um mês, quarenta horas e, em três anos, um ano inteiro em frente a ela”, afirma o executivo. Se conseguir assimilar, parabéns. Este é o futuro”.

Imagens: Reprodução
Fonte: Exame.com

 

Os quilinhos a mais

O marketing pessoal traz uma questão altamente discutível quando tange o universo da aparência isso porque, seguindo as regras, um recrutador não pode avaliar um candidato pelo seu físico ou idade mas sim pelo o que ele tem a agregar à empresa. Nos Estados Unidos e Canadá o CV é entregue, obrigatóriamente, sem foto e data de nascimento, visando uma escolha idônea. Mas o que acontece é que somos um “produto” em exposição e é a imagem que passamos que vai definir, pelo menos em um primeiro momento, a opinião das pessoas a nosso respeito. Dessa forma,é importante pensarmos na nossa aparência como transmissor de uma mensagem.

Porém, uma pesquisa realizada pela Catho Online me chamou atenção. Ela afirma que, 8,2% dos recrutadores evitam contratar candidatos obesos. Considerando que a obesidade já é considerada uma epdidemia no Brasil, segundo o IBGE, nos deparamos com um problema social sério. O sobrepeso atinge mais de 30% das crianças entre 5 e 9 anos de idade, cerca de 20% da população entre 10 e 19 anos e nada menos que 48% das mulheres e 50,1% dos homens acima de 20 anos. Entre os 20% mais ricos, o excesso de peso chega a 61,8% na população de mais de 20 anos. Também nesse grupo concentra-se o maior percentual de obesos: 16,9%.

A justificativa para a seleção de pessoas mais magras é de que a obesidade interfere diretamente na produtividade dentro do trabalho. Pesquisa realizada nos Estados Unidos aponta que o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) está diretamente ligado à frequência das faltas ao trabalho dos funcionários. Sabemos que muitas vezes os rítimos ditados pelas empresas não permitem que o profissional se dedique a sua qualidade de vida e acabam gerando indivíduos sedentários. Isso cria um ciclo vicioso. O que vocês pensam sobre isso?

 

Imagem: Reprodução

Os gadgets da saúde

Avanço do desenvolvimento tecnológico favorece setor e sociedade com sistemas que apoiam desde a reciclagem profissional até os diagnósticos e tratamentos

Roupas com sensores de sinais vitais, games para fisioterapia, robôs para cirurgias e remédios de asma com GPS. São muitos os gadgets dirigidos à área da saúde. E, na era digital, além de equipamentos e tecnologias aplicadas, a internet também tem um importante papel na disseminação de conteúdo, na construção do conhecimento e até no diagnóstico e tratamento de pacientes.

Um dos importantes desenvolvimentos nacionais nessa área é o Projeto Homem Virtual. Criado na disciplina de telemedicina da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em 2003, ganha, desde então, constantes aprimoramentos. Com imagens tridimensionais e dinâmicas do corpo humano – com recursos de computação gráfica e design digital –, o Homem Virtual reproduz um conjunto bastante completo de informações, de moléculas a músculos. Enfim, um grande acervo multimídia para teleducação e educação presencial.

Adotado para diversos fins didáticos, o projeto colabora com a educação médica e ainda ajuda na orientação de pacientes, no treinamento de agentes promotores de saúde e até no reforço de campanhas de esclarecimento. Na cidade de São Paulo, o Catavento Cultural Educacional (antigo Palácio das Indústrias) conta com uma área dedicada ao corpo humano. Lá, qualquer visitante pode conferir painéis e vídeos do Homem Virtual, que mostram riscos e efeitos do álcool, do cigarro e das drogas em geral.

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A sua Rede de Relacionamento

Algum tempo atrás li um artigo que revolucionou a minha vida profissional, ele falava sobre o poder do relacionamento ao ponto de definir o rumo da carreira das pessoas escrito por Lynda Gratton, professora da London Business School. A partir daí percebi a importância da especialização já que, no futuro, as pessoas vão perder os vínculos com as empresas e passarão a trabalhar com colaboração em projetos. Dessa forma, não adianta ser generalista, é preciso saber teoria e prática de uma área específica para trabalhar em jobs específicos.

A autora também aborda as redes sociais, por ser o veículo mais fácile  rápido para transmissão de informação, que cria uma teia de relacionamentos, não só para os profissionais, mas principalmente para as empresas. Multinacionais como a P&G possuem um portal somente para a troca de informações, reforçando a importância dessa mão dupla entre empresa e sociedade.

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O poder do pensamento

O mundo corporativo não é feito apenas de relações exatas.Como em qualquer esfera da vida tudo é reflexo do seu intimo afinal, nada está bem quando você não está bem. Dessa forma, os seus pensamentos e desejos refletem diretamente nos acontecimentos da sua vida e daí não adianta se fazer de vítima e se sentir injustiçado porque as coisas não acontecem como você gostaria.

Para algumas pessoas isso parece muito infundado porém analise se as coisas não acontecem quando você sabe aonde quer chegar. Tudo se torna mais fácil porque você sabe o que quer, o porquê quer e traça passos para chegar até seu objetivo. O que não pode acontecer é se deixar atingir por pensamentos pessimistas e degradatórios se o tempo dos acontecimentos não condizer com o seu. A vida não segue o cronograma que você quer.

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Ampliando a verba do marketing

O investimento em Marketing é uma das prioridades das empresas  para 2012, superado apenas pelas áreas de TI, treinamento e pesquisa e desenvolvimento. É o que indica um estudo realizado pelo jornal Financial Times e pela agência de publicidade Doremus, do grupo Omnicom, com 628 executivos dos Estados Unidos, Europa e Ásia, em outubro de 2011. A previsão é de um aumento cuidadoso nos orçamentos para estes setores, especialmente nos seis primeiros meses do ano, quando comparado a 2011, e ampliação do nível de otimismo, em relação a 2008.

O levantamento mostra que as companhias pretendem expandir em 22% os orçamentos para TI, 12% para treinamento, 11% para pesquisa e desenvolvimento e 10% para publicidade e Marketing. O quinto colocado na lista é infraestrutura, com 5% mais recursos que no ano anterior.

Em relação à área TI, 37% dos entrevistados afirmaram ter um orçamento maior este ano e apenas 15% disseram que pretendem reduzi-lo. A multiplicidade de fornecedores é essencial na estratégia das empresas para os pesquisados, que indicaram fornecedor de software como a categoria número um em atenção, com 27% das respostas. Em seguida, aparecem as agências de publicidade (23%), os fornecedores de hardware (11%) e os provedores de telecom (10%). As empresas de consultoria em gestão, no entanto, caíram 8% na sua importância estratégica, na opinião dos executivos.

Mas por quê então, mesmo com as novas gestões identificando a importância do marketing e aumentando o investimento nela, o marketing foi eleito uma das profissões mais odiadas? Segundo Ricardo Fort ,diretor global de marcas da Danone Paris,  as razões principais são a falta de direcionamento dos líderes das empresas e poucas oportunidades de crescimento. Isto faz com que muitos profissionais vejam o Marketing como uma área burocrática e sem valor. Ou seja, isso é reflexo da gestão e não da profissão. Ricardo e eu temos a mesma opinião, Marketing continua sendo o coração de qualquer empresa séria e o principal responsável pelo seu sucesso.

 

Imagem: Reprodução
Fonte: www.mundodomarketing.com.br
       www.meioemensagem.com.br

Tecnologia a serviço das vendas

Uma rede de supermercados, segunda maior de um país, quer dar um gás na disputa e abocanhar o posto do primeiro lugar entre os consumidores. A melhor estratégia, ou a mais sensata, para atingir este objetivo é ampliar o número de lojas e apostar que mais pessoas vão entrar e comprar. Muito bem. Mas para colocar este plano em prática, é preciso assinar muitos cheques e gastar dinheiro em infraestrutura, contratação de pessoal, ações de marketing, despesas comuns a qualquer rede comercial, certo? Não necessariamente, como mostra uma rede de supermercados da Coreia do Sul, a Homeplus, que pertence ao grupo britânico Tesco.

 
No fim de agosto, a marca abriu a primeira loja “híbrida” do mundo. Trata-se de um estabelecimento parte físico, pois é plenamente acessível do corredor de uma estação de metrô de Seul, parte virtual, pois os produtos não estão lá e sim nos armazéns da rede, prontos para serem entregues em casa.
 

Para viabilizar o projeto, foram colados displays enormes nas paredes da estação de Seonreung, e que expõem imagens das embalagens de 500 produtos, dentre os mais populares das lojas físicas. E, para realizar a compra, basta que o consumidor tenha em seu smartphone o aplicativo da Homeplus. Os próximos passos são escolher o que quer comprar, escanear o QR Code nas imagens e aguardar a entrega dos itens. Aqueles que registrarem seus pedidos até 13hs, terão suas compras entregues no mesmo dia.

A loja virtual fica “grudada” nas paredes do metrô por um período teste de três meses e, até agora, a reação do público tem sido mais do que positiva. Segundo a Tesco PLC, no fim de agosto, mais de 600.000 pessoas já haviam baixado o Homeplus App e as vendas online cresceram 200% em julho em comparação a abril de 2011.

A criação de todo o projeto foi desenvolvida pela agência de comunicação coreana Cheil Worldwide, e foi a vencedora do Festival de Criatividade de Cannes, realizado em julho deste ano.

 

Fonte: Exame.com
Imagem: Reprodução

 

Marketing Pessoal

 

Um novo Aprendiz começa na tela da Record, comandado por João Doria Jr. O programa traz o empreendedorismo como pauta. Assisti as edições com Roberto Justus, principalmente as com universitários, tentando me preparar ao máximo para o concorrido mercado de trabalho e confesso que várias dicas foram valiosas, mas a principal delas é: Saiba fazer o seu Marketing Pessoal.

E quer exemplo melhor que o próprio Justus? Quem leu a sua biografia pode confirmar. Construir o seu marketing pessoal não é criar uma máscara ou interpretar, é se auto-conhecer. Saiba reconhecer suas potencialidades e fraquezas, para exaltar as coisas boas e trabalhar as não tão boas assim.

O próprio Roberto Justus afirma: “O melhor marketing pessoal que um profissional pode fazer, é entregar resultados surpreendentes.”

Karina Ribeiro, segundo lugar no Aprendiz 6, pode ser um grande exemplo dessa lapidação. Com um notável espírito de liderança, calma e pertinência mesmo nos momentos de stress, a jornalista chegou muito perto da vitória. Porém, após o apresentador solicitar que ela vendesse a adversária, convencendo-o a contratá-la, o ego falou mais alto, fazendo com que Karina ficasse visivelmente descontrolada. Essa situação mostra o quanto devemos nos conhecer e estar conectados com nossos valores pessoais. Ser sincero ou apenas finalizar com a frase “Não posso vender o que não compro” seria uma boa saída. Mas tudo é aprendizado, eu também aprendi com esse exemplo.

Você também acompanhou essa edição do Aprendiz? A Marina Erthal, vencedora do Aprendiz 6, conta o que aconteceu com os participantes depois do programa, no post “Por onde andam os Aprendizes?”.

 

 

 Imagens: Reprodução