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Marketing Esportivo: UFC

Na noite de sábado, dia 27 de Agosto, aconteceu o UFC 134 que mobilizou milhões de pessoas na frente da TV e 15 mil adoradores do MMA (Mixed Martial Arts) no evento que aconteceu no Rio de Janeiro. O Ultimate Fighting Championship está se tornando muito popular no Brasil, sendo eleito pelo site Turnkey Sports Poll o esporte que mais cresce no mundo que mobiliza fãs e também grandes marcas patrocinadoras.

Particularmente, eu não tinha noção de como funcionava o UFC  até participar do 129 que aconteceu em Toronto esse ano. Enquanto meus amigos corriam atrás de ingressos, eu acabei caindo de pára-quedas na festa de comemoração da equipe de marketing do UFC que aconteceu no Gretzky 99 e realmente não esperava um evento tão gigantesco e com tantos fãs fanáticos.  Essa experiência me ajudou a ver de perto os esforços do marketing para que o UFC se torna-se essa grande marca que movimenta mais de R$70 milhões por noite e que vai além das lutas, trazendo produtos próprios como souvenir, brinquedos, games, roupas, materiais esportivos, entre outros.

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5 minutos customizados para mulheres

Seguindo a tendência do clipping de notícias trazido pelo Twitter, onde é possível ter em um só lugar vários tipos de notícia, a Editora Globo traz o site Meus 5 minutos. Ainda na versão beta, esse espaço virtual visa atingir as mulheres modernas, que se dividem entre vida profissional e pessoal, trazendo temas como moda, beleza, saúde, amor e sexo, casa, comida, cultura, atualidade, notícia das celebridades, trabalho, dinheiro e filhos. O melhor de tudo? Você pode customizar a página, escolhendo os temas que te interessam.

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Em sua apresentação eles explicam:

Somos MEUS 5 MINUTOS porque oferecemos uma ferramenta para você aproveitar melhor o tempo, especialmente as pausas que se dá o direito de tirar ao longo do dia. Para isso, reunimos em um só lugar o melhor das notícias de interesse feminino publicadas nos sites da Editora Globo, das Edições Globo Condé Nast e da Globosat.Queremos ser um espaço para você se informar, relaxar, se divertir e decidir. Porque aqui você escolhe o que quer ver: a homepage pode ser personalizada só com os assuntos do seu interesse (acesse o menu de customização e faça o teste).Se na sua rotina cabem questões tão diversas quanto o aquecimento global, a cor do sofá, as oscilações do câmbio e as tendências das passarelas, seja bem-vinda. Este site foi criado para mulheres como você, que têm múltiplos interesses e pouco tempo – e que portanto valorizam cada minuto do dia.


Particularmente adorei essa solução e a demanda que gerará para a Editora Globo será enorme. A marca está muito mais próxima do seu público-alvo, possibilitando que ele interaja muito mais, trabalhando com redes sociais como Twitter e Facebook que abrem um canal direto para feedback. Seria uma solução muito interessante para blogs de moda, que agora são febre entre mulheres através da moda colaborativa. #ficaadica.

Marketing na Saúde: a+ Medicina Diagnóstica

Ao voltar do Canadá, fui refazer os meus exames de sangue e qual não foi a minha surpresa ao ver que o laboratório Fleury agora é a+ Medicina Diagnostica. O Grupo Fleury unificou 13 marcas nos estados da Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul, trazendo conceitos de sustentabilidade e humanização na saúde. Os clientes encontram um ambiente colorido e confortante, onde podem levar medicamentos vencidos ou sobras e filmes de exames de imagem. Mas os benefícios não são apenas para os clientes, os médicos contam com uma acessória técnica que tira dúvidas a respeito dos procedimentos para exames e interpretação de resultados.

 

O  a+ busca atingir o público B e C, que representam 30% das atividades do Grupo Fleury. Vamos analisar os pontos de contato mais importantes com o cliente:

Recepção

A preocupação em deixar o cliente a vontade começa pelo fardamento colorido e moderno das atendentes, que sempre estão com um sorriso no rosto para recebe-los. Você pode ver o nome delas logo que chega a cabine de atendimento. No meu caso, fui muito bem atendida desde as recepcionistas, até as enfermeiras.

Ambiente Físico

As cores predominantes são azul, laranja e verde. Elas são revigorantes na medida certa. Cada setor traz uma mensagem animadora para que você aproveite sempre o melhor da vida.

Sala para lanche da a+ Bahia

lanche oferecido pela a+ Bahia (embalagem reciclável)

Sala de espera da a+ Bahia

Atendimento

O tempo de espera é mínimo e as enfermeiras são bem preparadas, com bom conhecimento técnico e treinamento para deixar o cliente a vontade.

Canais de comunicação

Além do atendimento telefônico, a+ Medicina Diagnostica conta com um website e trabalha também com as redes sociais.

Imagens: trainee de ceo

Vídeo: reprodução

 

POP UP STORES

 

If the brand has to be dynamic and interect with the consumer, why not bring the store to the client? Pop up stores bring this idea. They are mobile´s stores for a short period to exist and work like a “trial business” to try new concepts and products without big risks for their image or finances.

This market tool is not new, but for 10 years it has been exploited by important brands. They want to innovate their image and increase sales of new ranges and temporary products, like Nike, P&G, Target and Uniqlo.

 

Nike launch new range about soccer (São Paulo – Brazil)

 

P&G´s pop up store gives samples and does makeovers. (Toronto – Canada)

 

Pop up store – Target (NY – EUA)

 

Uniqlo sales clothes in the middle of the street. Uniqlo (Japan)

Se a marca deve ser dinâmica e interagir com o consumidor, por quê não aproximar o ponto de venda ao cliente? Essa é a principal idéia das Pop up stores. Elas são lojas intinerantes que possuem curto prazo de duração, funcionando como “trial” para novos conceitos e produtos sem agregar maiores riscos de imagem ou finaceiros.

Essa ferramenta não é nova mas à 10 anos vem sendo altamente explorada por grandes marcas que pretendem inovar sua imagem e incrementar suas vendas com linhas exclusivas ou temporárias, como Nike, P&G, Target e Uniqlo.

 

Nike lança nova linha sobre futebol (São Paulo - Brasil)

 

A pop up store da P&G dá amostra grátis e faz transformação de visual. (Toronto - Canadá)

 

Pop up store - Target (NY-USA)

 

Uniqlo vende roupas no meio da rua (Japão)

 

Imagens: Reprodução

Sportainment Strategy no Brasil

Melhor do que colocar apenas conceitos para explicar o marketing esportivo, é demonstrar de forma multimídia. Por isso, para abrir esse post, segue uma reportagem da Reclame (programa sobre publicidade e marketing no canal Multishow), dividida em 2 partes, que mostra como está o Marketing esportivo no Brasil.

Enquanto os jogos internacionais são super eventos, onde o basquete, vôlei, futebol e baseball são motivos para altos gastos por impulso, aqui no Brasil o marketing esportivo ainda tem muito o que crescer. Essa modalidade de marketing meche com fortes sentimentos do consumidor e precisa ser cuidadosamente trabalhada. Mas se você acha que o futebol é o preferido para os especialistas em marketing esportivo, está muito enganado. O Brasil possui um time de vôlei com estrutura nos padrões internacionais, é o Vôlei Futuro. Esse time de Araçatuba- SP apresenta um projeto de marketing que impressiona, fazendo com que toda a cidade respire o voleyball. O cuidado vai desde a hora da compra ( com formas de pagamento diferenciadas) até a customização de peças de vestuário e acessórios, com a marca Vôlei Futuro e assinatura dos jogadores. Grandes nomes estão lá, como Willian, Ricardinho, Paula Pequeno  e Stacy.
A frente de tudo isso, está uma ex – Trainee de Ceo, Marcela Constantino, que com apenas 28 anos conseguiu chegar a diretoria do projeto que esse ano completa 10 anos. Um case de sucesso e inspiração para nós que queremos chegar cada vez mais alto.

Marketing na área da Saúde

 

Gerir hospitais e clínicas requer um cuidado especial pois o cliente, lê-se paciente, se encontra em um momento delicado. Se para qualquer outro setor é importante a avaliação da pirâmide das necessidades ditadas por Maslow, imagine para a saúde onde todo o cuidado ainda não é bastante para garantir a satisfação de pacientes e familiares. Segundo Kotler, Shalowitz e Stevens (2010), o marketing está onipresente na área da saúde e com simples exemplos podemos identificar os esforços desse setor:

• Praticamente todos os hospitas colocam anúncios em jornais e revistas divulgando suas instalações e serviços;

• Alguns CEOs de hospitais aparecem em programas de entrevistas e propagandas, construindo seu marketing pessoal;

• Novos médicos que desejam abrir consultórios usam o marketing para ajudá-los a definir bons locais, design atraente para consultórios e estilos de trabalho que atraiam mais pacientes;

 

Dessa forma, são muitos aspectos a serem abordados a respeito do Marketing de Saúde que serão abordados em partes neste blog. Falaremos agora sobre a importância do visual dentro das clínicas e hospitais. A escolha correta de cores, formatos, posição e sinalização, além de agregar valor, também auxiliam no tratamento por causar maior bem estar e acolhimento. É sobre isso que a reportagem da Istoé, em maio de 2010, deu destaque.

As formas do Stobhill Hospital, na Escócia, mereceram prêmio de design

Há um consenso entre os estudiosos de que a saúde pode ser proporcionada por fatores que vão além de uma boa alimentação ou de uma rotina correta de exercícios, por exemplo. O contato com a natureza e a manutenção de uma rede de amigos estão entre estes outros componentes. Agora, esta lista está ganhando um reforço: os ambientes de hospitais e clínicas. Quanto mais bonitos, funcionais e acolhedores, maiores as possibilidades de os pacientes se recuperarem melhor. Isto está se tornando tão evidente que começa a impulsionar o crescimento de uma área da arquitetura voltada especificamente para a criação desses espaços, já batizada de arquitetura da saúde.
Hoje, é impensável iniciar o desenvolvimento de um projeto de hospital ou clínica sem procurar contemplar pelo menos alguns dos pilares estabelecidos pelos arquitetos da saúde. Entre os mais importantes, estão locais que sejam banhados por muita luz natural e que tenham vista para a natureza – incluem-se aí salas de recepção, de exames e procedimentos e quartos de internação. Além disso, é preciso que apresentem equipamentos que garantam segurança, como pisos antiderrapantes, e que tenham uma disposição, de móveis à sinalização, que permita o fluxo de pessoas mais facilmente. Tudo para garantir que o atendimento ocorra com o mínimo de stress possível tanto para os doentes quanto para os profissionais de saúde. “Isso é muito importante. Sabemos que um bom design pode ter um papel de peso na redução de infecções hospitalares, de erros médicos e de quedas de pacientes”, disse à ISTOÉ Xiaobo Quan, pesquisador associado do Centro para o Design da Saúde, instituição americana voltada ao estudo do assunto.

No São Camilo, em SP, paciente pode ir a sacada

Um dos melhores exemplos de edificação erguida sob esses parâmetros é o Stobhill Hospital, na Escócia. Inaugurada no início deste ano, a instituição ganhou o prêmio de design do Reino Unido como melhor prédio novo construído fora de Londres, na Inglaterra. “As salas de espera são amplas e têm uma proteção acústica que assegura um ambiente silencioso”, explicou à ISTOÉ o arquiteto Andy Law, do Reiach and Hall Architets, responsável pelo projeto. “E não há aparelhos de tevê nesses locais. Isso porque queríamos criar uma atmosfera na qual as pessoas se sentissem amparadas e não onde fossem impelidas a esquecer os seus problemas, como se eles não existissem.” os Estados Unidos, a preocupação dos arquitetos vinculados ao projeto do Massachusetts State Psychiatric Hospital – em construção – foi criar algo que se parecesse mais com uma pequena vila do que com um hospital. O motivo é que a instituição deverá abrigar portadores de doenças mentais, um tipo de paciente que normalmente passa por internações mais longas. “Criamos um pequeno mundo, com casas, vizinhança e um centrinho”, disse à ISTOÉ o arquiteto Francis Pitts.

No Brasil, o design da saúde começa a se expandir. Neste ano, ocorrerá o primeiro concurso para premiar os edifícios exemplares. “Pensar na arquitetura, nas cores, entre outras coisas, é uma forma de humanizar o tratamento”, diz Celso Skrabe, presidente da Associação Brasileira de Marketing em Saúde, entidade promotora do concurso. Em São Paulo, uma das instituições atentas a essa questão é o Hospital São Camilo. Em um novo bloco, os quartos são mais iluminados e têm janelas amplas. Em outro, um pouco mais antigo, os apartamentos têm varanda. “Dessa maneira, o paciente não fica apenas em um ambiente fechado, fora do mundo”, explica Abgair Xavier Lima, diretora de serviços de apoio de infraestrutura do hospital. No Rio de Janeiro, no Hospital Copa D’Or a preocupação com o design também ganha força. “Nossos principais pontos de atenção, neste sentido, são a segurança do paciente, a criação de ambientes agradáveis e funcionais para doentes e profissionais, o uso de materiais e acabamentos que permitam perfeita higienização e manutenção e uma iluminação funcional”, diz Marcos Milliet, gestor de espaços da instituição.
Até mesmo os equipamentos começam a receber toques de design. Exemplo disso é o berço-canguru, fabricado pela Fanem, de São Paulo. “Ele não tem um formato tão frio como os outros berços”, diz Marlene Schmidt, diretora da companhia. “Além disso, assegura conforto e segurança para o bebê.

hospital modelo (clique para ampliar)

Conteúdo: Trainee de Ceo com colaboração Istoé.

Imagens: Reprodução

 

Pricila Paro
É graduada em Publicidade. Pós-graduada em Marketing e Gestão Hospitalar. Atua na área de marketing de uma grande instituição de saúde baiana. Escreve para o blog www.traineedeceo.com.br com foco em comunicação e marketing para novos profissionais.  Assessora profissionais de saúde que buscam otimização na gestão de seus consultórios e clínicas.
 
A reprodução dos textos de autoria de Pricila Paro são PERMITIDAS deste que citado o autor e o endereço eletrônico http://www.traineedeceo.com.br/
 
 

Nova geração. Novo mercado.

Muito já se falou a respeito da Geração Y. Que somos inquietos, desconhecemos hierarquia, ambiciosos, individualistas… mas a característica mais relevante de todas, é que somos INOVADORES.  Um adjetivo que chama a atenção das empresas, que passaram a ver todos os valores que esses jovens entre 20 e 30 anos (eu e provavelmente você que está lendo) têm a agregar.
Estamos revolucionando o mercado, ditando novos formatos de empresa e de consumo. Prova disso é a campanha de 21 anos da DM9, que realizou um concurso com mais de 4.000 candidatos, também de 21 anos, onde o ganhador fará um mochilão com o intuito de entender como a Geração Y enxerga o mundo, mapeando tendências. Lucas Cabral Maciel, estudante de economia da UFRJ, foi o vencedor e passará por Nova York, Londres, Milão, Barcelona, Paris, Bangcoc, Mumbai, Xangai e Tóquio.  Nada mal hén! Agora só aguardar o que ele vai trazer de lá.


Dentro das empresas temos novidades também. A Geração Y está sendo valorizada, hoje 6,5% das empresas já tem CEO´s que não chegaram aos 40 anos. Lógico que exige muito esforço, sacrifício pessoal e muito foco para aproveitar as oportunidades, investindo em aperfeiçoamento. A matéria de capa da Você S/A de Janeiro fala exatamente sobre essas “Carreiras Aceleradas”, está muito bom e para Trainees de Ceo como nós, é uma forma de traçar a carreira.
Mas para mim, a novidade mais cara de Y é o Battle of Concepts. Se nosso codinome é INOVAÇÃO, porque não explorar isso ao máximo, ganhando dinheiro e reconhecimento de grandes empresas?  Segundo o holandês Hans van Hellemondt, especialista em inovação, raramente idéias inovadoras surgem de dentro da organização porque o ambiente corporativo deforma o funcionário e faz com que ele perca a criatividade. Isso se dá pela rotina, que coloca no automático a resolução de problemas. O BOC, além de ser um grande centro de inovação, também é uma grande vitrine, o ambiente ideal para a geração que gosta de se expor e expor o que sabe.

Marketing de Experiência – Vendendo Sonhos

Proporcionar uma experiência de compra agradável ao consumidor é necessário para qualquer empresa que preze a lucratividade afinal, é 04 vezes mais barato manter os clientes do que captar novos. Se todos os fatores sensoriais são altamente explorados (cor, cheiro, iluminação, textura e até o próprio atendimento) para criar um ambiente único, que tal oferecer ao seu cliente uma experiência incomparável fora do PDV?

Em 2010, me surpreendi em meio a um processo de trainee, quando um colega disse que trabalhava em uma empresa de Marketing de Experiência. Curiosa como sou, perguntei tudo a respeito e agora divido com vocês esse novo tipo de ferramenta que surgiu na Europa a mais ou menos 2 anos e vem crescendo em São Paulo.
Empresas como A Vida é Bela, criada na Espanha com filial no Brasil, trabalham com vários tipos de experiências que são vendidos como presentes, indo de jantares exóticos à uma volta de Ferrari. Elas exploram o sonho do consumidor, que foge do racional e investe na sua satisfação sem precisar suprir suas necessidades com produtos tangíveis, mas apenas no sensorial.

A parte comercial funciona como uma grande agência turismo, firmando parcerias importantes com empresas de vários segmentos em todo o mundo, já que é preciso ter variedade de experiências. Os preços são bem atrativos como em redes de compra em grupo, oferecendo produtos a partir de R$50,00 que são separados por estilo como Radical, Zen, Romântico e etc. Mas as vendas não se restringem a pessoa física, o Marketing de Experiência vem sendo cada vez mais explorado por grandes empresas como: Bradesco, Itaú, UOL e Sulamérica, que realizam campanhas de incentivo para funcionários e estreitam laços com os clientes. Isso porque o estímulo se torna maior. Uma loja pode dar um carro, o cliente ficará satisfeito, mas se a marca lhe proporcionar a realização de um sonho sua imagem ficará sempre vinculada a um momento de satisfação.


A Kopenhagen realizou uma promoção através da empresa de marketing de experiência O melhor da vida, oferecendo entre várias opções um mergulho em Fernando de Noronha, vôo de Caça em Nova York e experimentar gravidade zero na Flórida. Para participar, a cada R$ 39 em compras nas lojas Kopenhagen o consumidor receberá um cupom da sorte contendo um código alfanumérico de 8 dígitos para concorrer a uma das experiência. O código deve ser enviado em forma de mensagem de texto (SMS) de um celular para o número 49126, seguido da resposta correta para pergunta: Qual a marca de chocolates que realiza a Promoção “Sonho Mágico?”. Já dá pra imaginar o aumento nas vendas…

A valorização da experiência – Transumers

A publicidade é mestre em traduzir os desejos e necessidades dos consumidores em idéias dessa forma, o que é vendido não é apenas produtos/serviços mas sim status. Se a funcionalidade do bem de consumo é transformada em sensações através da publicidade, hoje é possível encontrar uma nova direção para essa premissa, onde os próprios produtos/serviços possibilitam um mergulho nas experiências. Tudo isso devido a um novo conceito de consumidores: os TRANSUMERS, um conceito criado em 2003 na Inglaterra que define um consumidor autônomo, que lança sua própria moda e vive em transição, seja ela de estilo ou de espaço físico.
Para atender essa demanda, novos produtos e serviços foram pensados, explorando a escassez de tempo e a valorização do que é único.   O custo de tanta exclusividade? Completamente acima da média, mas isso é um fator irrelevante para os transumers, o que justifica a expectativa de crescimento mundial do mercado de luxo em 2010, que no Brasil chegará em até 22%. Exemplo disso são as empresas paulistas especializadas em vender “pacotes de experiências”, serviços de curta duração, focados em vários segmentos como: radical, romântico, gastronômico e etc.
Em Londres, berço dos transumers, existem serviços inovadores implantados nos aeroportos exatamente para esse tipo de consumidor. É possível relaxar com serviços de salão de beleza e SPA no (Be Relax) Spa, que também vende produtos próprios, possibilitando estender as boas sensações para casa. Ou descansar em um quarto de hotel compacto, mas bem luxuoso e tecnológico, do Yohotel. E você, já teve alguma experiência assim?

Quem são os Trainees de Ceo?

É só se olhar no espelho ou analisar seus atuais/ex colegas de faculdade para identificar características semelhantes: ansiedade, interatividade e inovação. Somos a geração Y! Que viveu o boom da tecnologia e hoje está conectado com tudo que possa trazer informação e ascensão profissional afinal, temos muita pressa de chegar ao alto do pódio e realizar todos os nossos objetivos. Nossa grande ferramenta para isso? A internet, trazendo vários conteúdos mas também muita cobrança, já que é preciso amadurecer muito rápido para assumir grandes responsabilidades e colocar em prática aquilo que, muitas vezes, só conhecemos na teoria.

@rebecacarvalho, @priparo e @japadesign (parte da turma)

Enxerguei esse perfil claramente em meio a um happy hour com meus ex colegas de faculdade. A poucos anos atrás éramos “trainees” de publicitários e designers, buscando todas as oportunidades que o mercado poderia nos dar, e mais uma vez quem foi nossa aliada? A internet. É ela nossa primeira fonte de informação e responsável por grande parte do nosso networking. Aliás, esse happy hour foi marcado com apenas 140 caractéres, pode parecer pouco, mas é o suficiente para garantir o programinha de sexta a noite sem descuidar da pauta no trabalho.

E assim estávamos nós, jovens profissionais compartilhando experiências, cheios de opinião e idéias para desvendar tudo o que o mercado pode oferecer. As inseguranças existem, medo de errar é normal, mas incrível como a vontade de colocar todos os conhecimentos em prática faz com que os Trainees de Ceo arregacem as mangas e encarem os desafios. É a síndrome da cabeça fervilhando, pensamento rápido e agilidade para alcançar o topo, para ser um CEO no espaço mais curto de tempo.