O mundo da Geração Y

O novo comercial da  Mc Donald´s valoriza um dos produtos clássicos da marca, mostrando como o mundo mudou. A geração Y se indentifica bem com todas as imagens mostradas pois não só viveu, como foi a grande protagonista de toda essa transformação.

Confira essa campanha bacana, para embalar a sexta-feira.

 

7 lições que a geração Y pode aprender com os mais velhos

Quando li esse título na Exame.com dei risada sozinha. Isso porque, na instituição em que trabalho, sou a mais nova da equipe (lê-se, mais nova até que as estagiárias). Nunca achei isso ruim, porque realmente parece que vivi muitos anos em pouco tempo, fazendo mil coisas simultaneamente para aliar conhecimento e experiência. Cada geração tem a sua forma de lidar com os acontecimentos do dia-a-dia e é realmente importante avaliar essas atitudes para retirar sempre os pontos positivos e tentar incorporá-las.

As diferenças entre as gerações no ambiente corporativo já foram listadas, discutidas e experimentadas. Mas, ambos os lados da trincheira admitem: baby boomers, membros da geração X e Y têm muito a aprender uns com os outros.

Dadas as características econômicas e sociais do país, cada vez mais cedo, a geração Y (que nasceu entre meados dos anos 80 e 90) está alcançando a postos mais altos na hierarquia.

Diante dessa ascensão meteórica na carreira, é certo que os executivos mais jovens têm muito a aprender com quem está no mercado de trabalho há mais tempo.

OUVIR MAIS
“Na minha geração mandava quem podia e obedecia quem tinha juízo”, afirma Acacio Queiroz, presidente da Chubb do Brasil Seguros. Hoje, as relações no mundo corporativo estão, digamos, menos rígidas e as chances de contestação são relativamente maiores.

Isso não significa, contudo, que a geração Y está autorizada a subir no salto alto e não se submeter à hierarquia. “Muita gente usa mais a boca do que os ouvidos. Não é questão de ser submisso, mas de ouvir para aprender mais”, diz o executivo.

SER MULTITAREFA COM FOCO
Lidar com várias atividades ao mesmo tempo virou quase uma regra dentro do mundo corporativo. E boa parte das pessoas que estão na faixa etária da geração Y conseguem encarar naturalmente esta demanda.

O problema é que há também quem ser perca. “Algumas pessoas acabam não fazendo uma coisa nem outra”, observa Queiroz. De acordo com ele, a ideia de ser multitarefa também exige disciplina. “Se você desempenhar e conseguir assimilar, parabéns. Este é o futuro”.

FUGIR DO IMEDIATÍSMO
“Pelas conexões que eles têm, pelo próprio ritmo do mundo, em que tudo acontece de uma maneira mais rápida, a geração Y não tem muita paciência para esperar”, afirma Patrícia Epperlein, presidente da Mariaca. E isso, muitas vezes, se materializa em planos e ambições de carreira com um elevado grau de imediatismo.

Focar no sucesso meteórico pode ter vantagens no curto prazo, mas, no longo, sua carreira pode ir à ruína. Motivo? Ao apostar em atalhos para chegar ao topo mais rápido é normal que se pule algumas etapas essenciais para o amadurecimento profissional.

Inspire-se nos mais experientes para se lembrar que “o resultado até pode demorar para aparecer, mas ele aparece. É só preciso persistência e foco”, diz a especialista.

DAR SENTIDO AO TRABALHO
“Para os baby-boomers, o trabalho é a razão da vida. Para a geração X, um meio para pagar as contas. Para a Y, o trabalho é a satisfação do desejo do consumo”, diz o executivo da Chubb Seguros.

Tendo em vista isso, um conselho de Queiroz é mudar a maneira de encarar a própria função. “Como precisamos passar o maior tempo das nossas vidas dentro da empresa, o trabalho tem que significar um pouco a razão da nossa vida”, afirma.

Mas isso não deve servir de pretexto para abdicar totalmente da qualidade de vida, um fator caro aos representantes da Geração Y. “A medida da ambição deve ser diretamente proporcional ao seu bem estar”, diz o executivo.

ANALISAR MAIS
De acordo com Queiroz, uma das características mais marcantes da geração X é a desconfiança. “A Y, por sua vez, é multitarefa, multifuncional. Eles não param muito para raciocionar, analisar as variáveis”, diz.

Ao assumir uma postura mais analítica, ele afirma, as tarefas (e até a própria vida) são feitas com mais consistência. “Tudo isso tem que ter uma medida certa também. Você não pode também desconfiar de tudo, porque assim não sairá do lugar”, afirma.

APRENDER QUE DIPLOMA NÃO É TUDO
Mais e mais, a geração Y tem focado seus investimentos e esforços em formação. Ponto positivo. Porém, atenção: isso não é tudo. “Além de completar a formação, é essencial desenvolver a parte prática”, diz Queiroz.

“Não é só o diploma. A formação conta também. E isso inclui ter experiência profissional”, diz Patrícia. “Não só pelo conhecimento técnico que você adquire, mas também pelo fato de aprender a trabalhar, a lidar com outras pessoas”.

ACORDAR MAIS CEDO
É fato que nem todos das gerações anteriores têm o hábito de começar o dia mais cedo. Mas, para os que tem a opinião é unânime: quanto mais cedo você acorda, mais o seu dia tem potencial para render.

Queiroz é um exemplo prático disso. Acorda todos os dias por volta das 4h30, 5 horas da manhã. “Faço dois dias em um. Se você começa duas horas mais cedo do que a pessoa ao seu lado, em uma semana, você tem dez horas a mais do que ela, em um mês, quarenta horas e, em três anos, um ano inteiro em frente a ela”, afirma o executivo. Se conseguir assimilar, parabéns. Este é o futuro”.

Imagens: Reprodução
Fonte: Exame.com

 

Tecnologia de ponta no mundo da moda

A indústria da moda tem uma dinâmica acelerada. Afinal, é obrigada a se reinventar a cada inverno e verão. As coleções ganham mais itens e acessórios e as novas tecnologias de tecido aumentam as opções de escolha dos estilistas e das confecções – pressionadas, ainda, a reduzir custos para se manterem competitivas. Nesse sentido, aliam-se diferentes instrumentos da tecnologia da informação, gradativamente associadas à internet, para dar conta dos principais desafios do setor: manter inovação, formar profissionais e se relacionar com o consumidor.
Um bom exemplo de tecnologia aplicada em favor da moda é o uso da realidade aumentada em provadores físicos e on-line. A partir da mistura de imagens, o sistema permite vestir roupas virtuais no corpo real do consumidor, seja pela internet ou na própria loja.
O Espelho Virtual, disponível no portal iG, é um serviço gratuito que pode ser usado por qualquer pessoa que tenha uma webcam e o Adobe Flash Player instalados em um computador com acesso à internet. Para usar, basta seguir as recomendações disponíveis na própria página e clicar em “experimente agora”. Depois, é só escolher a coleção preferida e as roupas que pretende provar. Se preferir, o internauta pode fotografar seus looks para salvar no computador ou, como é comum, compartilhar no Facebook. “São ferramentas próprias de cada ambiente virtual que, de fato, ampliam o repertório de informação sobre moda”, explica Deborah Bresser, colunista e editora do portal iG Moda.

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Dica para 2012

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Como deixar o look de trabalho interessante

Para as mulheres de negócios esse é um ítem importante. Como se sentir bonita e interessante em uma roupa que mais parece  um uniforme? Pensando nisso resolvi postar um vídeo interessante da Oficina de Estilo que vai ajudar um pouco nessa dúvida.

 

 

Tem marketing no Sambódromo

O Carnaval acabou e o que pudemos ver foi um desfile de marcas com patrocinadores que não pouparam verba para se destacar do carnaval de rua ao sambódromo.
Em Salvador já é bem comum o rio de marcas que desfilam pela cidade nesse período, com ações cada vez mais ousadas na avenida e nos camarotes.
Mas a inovação de 2012, ao meu ver, foi o patrocínio dos temas do samba enredo das escolas de samba do Rio e São Paulo. Isso já aconteceu em 2011 quando a Pantene patrocinou a Vila Isabel que trouxe o “Cabelo” para o carnaval. Mas esse ano, a Porto da Pedra cantou sobre o iogurte por conta da parceria com a Danone. Apesar da marca não ter aparecido por conta de restrições contratuais da Rede Globo, emissora oficial do carnaval, a Danone teve uma resposta positiva, reforçando o produto como um alimento saudável para a família brasileira. Mas a empresa também teve que reforçar para a comunidade da Porto da Pedra as vantagens da escola participar dessa ação de marketing, que foge das origens carnavalescas oferecendo, além do apoio financeiro, atividades sociais como oportunidade de estudo e cursos culinários.
Como não poderia faltar, a tendência dos aplicativos para smartphones e tablet também fez parte do planejamento. Os consumidores baixaram gratuitamente o aplicativo “Danone Carnaval” que, através de realidade aumentada, mostrou um mestre sala e porta bandeira nas embalagens da Danone. Máscaras foaram distribuídas e mostravam imagens lúdicas quando apontadas para webcam.

 

Imagem: Reprodução

Acontece no Norte e Nordeste: Curso Intinerante ESPM

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Os quilinhos a mais

O marketing pessoal traz uma questão altamente discutível quando tange o universo da aparência isso porque, seguindo as regras, um recrutador não pode avaliar um candidato pelo seu físico ou idade mas sim pelo o que ele tem a agregar à empresa. Nos Estados Unidos e Canadá o CV é entregue, obrigatóriamente, sem foto e data de nascimento, visando uma escolha idônea. Mas o que acontece é que somos um “produto” em exposição e é a imagem que passamos que vai definir, pelo menos em um primeiro momento, a opinião das pessoas a nosso respeito. Dessa forma,é importante pensarmos na nossa aparência como transmissor de uma mensagem.

Porém, uma pesquisa realizada pela Catho Online me chamou atenção. Ela afirma que, 8,2% dos recrutadores evitam contratar candidatos obesos. Considerando que a obesidade já é considerada uma epdidemia no Brasil, segundo o IBGE, nos deparamos com um problema social sério. O sobrepeso atinge mais de 30% das crianças entre 5 e 9 anos de idade, cerca de 20% da população entre 10 e 19 anos e nada menos que 48% das mulheres e 50,1% dos homens acima de 20 anos. Entre os 20% mais ricos, o excesso de peso chega a 61,8% na população de mais de 20 anos. Também nesse grupo concentra-se o maior percentual de obesos: 16,9%.

A justificativa para a seleção de pessoas mais magras é de que a obesidade interfere diretamente na produtividade dentro do trabalho. Pesquisa realizada nos Estados Unidos aponta que o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) está diretamente ligado à frequência das faltas ao trabalho dos funcionários. Sabemos que muitas vezes os rítimos ditados pelas empresas não permitem que o profissional se dedique a sua qualidade de vida e acabam gerando indivíduos sedentários. Isso cria um ciclo vicioso. O que vocês pensam sobre isso?

 

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Quero abrir um consultório para classe C

A classe C é hoje a maior parcela da população e estamos vendo a busca de várias empresas para conquistá-los afinal, o poder de compra aumentou. Os profissionais de saúde não querem ficar fora desse lucro e acabam adotando políticas de baixo preço (sem fugir da tabela de referência da classe) e alta rotatividade de pacientes pensando estar atraindo a classe emergente. Você pode estar trabalhando muito, abrindo mão da sua vida pessoal, por uma lucratividade que não é tão efetiva, uma vez que é preciso de uma equipe maior e isso representa custos.

Volto a perguntar pra você: quem é seu cliente? É preciso estar munido de todas as informações possíveis para adotar estratégias corretas. A classe C não está atrás de preços abaixo do mercado, ela quer ser respeitada e investir em produtos/serviços com preços justos. E quem vai mostrar esse valor é você, através de um bom atendimento e serviço de qualidade. O conceito de “Novo Luxo” nos ajuda a trabalhar pontos importantes para garantir  preços com margem de lucro mais elevada sem que o cliente se sinta ofendido. O segredo está em encantar o cliente e para isso os 4 E´s são essenciais para a conquista dessa sociedade emergente. A Excelência, Estética, Experiência e Ética são trabalhadas em conjunto e vão lhe garantir qualidade no atendimento, qualidade na sua vida pessoal e fidelidade do seu paciente.

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#FF: Ivete Sangalo

O #FF de hoje é típicamente baiano, uma mulher “massa” que construiu sua carreira em bases sólidas e hoje além da música, também é um sucesso no mundo dos negócios. Ivete Sangalo tem um patrimônio estimado em 500 milhões de reais, é uma das acionistas do gupo Caco de Telha (empresa que cuida da sua carreira e de outros artistas), além de produzir shows e mãe em tempo integral.
Quer saber o segredo de Ivete? Planejamento. Asim que começou a ganhar dinheiro realizava aplicações por indicação do prórpio banco porém, perdeu muito dinheiro. Hoje ela possui uma corretora que cuida das suas finanças e diversifica seus investimentos, sempre guardando uma parte do dinheiro. Como projetos futuros, ela planeja abrir uma casa de shows em Salvador e uma instituição filantrópica para daqui a 2 anos.
Outro ponto importante para a administração de suas atividades é concentrar tudo em um mesmo lugar, nesse caso a sua casa é o QG de tudo, desde ensaios até fotos publicitárias.
Um ótimo exemplo para as mulheres independentes e empreendedoras.

 

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