A busca pela qualidade de vida une corpo e mente. As mulheres, principalmente, se preocupam com o visual. Mas a beleza atrapalha na busca por um novo emprego ou o posicionamento profissional dessas mulheres?

Segundo uma pesquisa realizada por economistas israelenses, mulheres bonitas têm até 30% menos chances de ocuparem uma vaga se comparadas com outras consideradas “normais”. Os recrutadores adotam posicionamentos subjetivos em relação a beleza, pois a aparência das candidatas deverá se adaptar ao perfil pessoal de cada um deles. Essas mulheres devem se esforçar mais para mostrar habilidades técnicas e suas competências, desviando a atenção da sua aparência.  Mesmo sendo considerada uma atitude antiética, a escolha de profissionais pelo visual, isso acontece. Na pesquisa, apenas 12,8% dos currículos com fotos de mulheres atraentes foram escolhidos para entrevista se comparado com o mesmo currículo, porém com foto de candidatas “normais”.

Outro fator para análise é a famosa disputa entre as mulheres. Na pesquisa, 96% dos recrutadores eram mulheres entre 20 e 30 anos. Seria isso uma resposta inconsciente da guerra do batom? Isso é difícil de responder, porém é fácil concluir que a aparência interfere muito mais do que podemos imaginar, principalmente no mercado de trabalho.

 

 

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